monitoramento de energia

Monitoramento de Energia

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Acho que para você que está lendo esse texto provavelmente em seu computador, tablet ou celular, é fácil de entender a importância da energia elétrica em nosso dia a dia. Praticamente todo mundo sabe a sensação de acompanhar a bateria do celular com o passar do dia e ter de buscar tomadas por todo lugar que vá. A energia elétrica é um aspecto básico para que possamos manter o padrão de vida possibilitado pela sociedade moderna. Não só energia elétrica, mas diversos setores da sociedade dependem das mais variadas formas de energia para funcionar. Eu sei que nós olhamos constantemente durante o dia para o indicador de bateria de nosso celular, mas será que as empresas fazem o mesmo? Elas fazem um monitoramento de energia?

É bastante óbvio que as duas situações possuem complexidades completamente diferentes, mas o conceito é semelhante. Nós só sabemos o quanto de bateria nos resta e como devemos proceder porque temos aquele maravilhoso indicador em tempo real, nos dizendo quais aplicativos gastam mais e quantas horas ainda temos pela frente. No caso de empresas, a maneira mais comum de efetuar esse monitoramento de energia é….. Nenhum! A maior parte das empresas no Brasil não realiza o seu monitoramento de energia de forma constante e o único momento que os gestores têm contato com o consumo de energia do mês é através da fatura que a concessionária manda (que não é nada simples de entender), depois que tudo aquilo já foi gasto.

Saindo agora um pouco dos paralelos e similaridades:

As empresas brasileiras têm uma dificuldade bastante grande de entender uma série de atributos relacionados à seu consumo energético, mais ou menos do mesmo jeito que muitos têm com a conta de energia em casa, só que em uma proporção milhares de vezes maior.  O uso de sistemas de monitoramento de energia é algo que não exige muita explicação técnica. O monitoramento de energia é baseado na instalação de hardwares (medidores) que conseguem fazer a leitura das grandezas elétricas e posteriormente transmitir esses dados para algum lugar útil. Nesse mesmo lugar útil, temos um software (programa), uma ferramenta que possui o poder de indicador para donos, gestores ou qualquer outro colaborador como está ocorrendo o consumo energético da empresa naquele momento. Em instalações mais complexas, podemos ir tão à fundo a ponto de indicar quais são os sistemas que mais contribuem para aquele alto consumo (e quando, quanto, porque, etc.).

Existe uma diversidade muito grande de sistemas de monitoramento de energia no mercado brasileiro ou internacional. Desde pequenos sistemas para aplicações residenciais até sistemas especializados para usos comerciais e industriais. Não só em sua aplicação alvo, mas também existe muita variedade nos tipos de ferramentas que podem ser aplicados sobre os dados coletados. Sistemas maiores e mais tradicionais tendem a ser mais antigos e se restringir à geração de dados contínuos que o usuário pode ter acesso. Sistemas mais novos, que levam em consideração diversos outros aspectos – não tão presentes no início do século XXI quando muitos destes sistemas tradicionais foram criados – como experiência do usuário, entrega de valor direta, ferramentas de BIG DATA e outros, surgem no mercado com bastante força.

O modelo de comunicação de dados também mudou bastante nos últimos anos. Sistemas mais antigos tendem a funcionar baseado em cabos (e convenhamos, TODO MUNDO odeia cabos) e também são muitas vezes instalados em máquinas físicas dentro das empresas, fazendo com o que a empresa contratante tenha que ter um computador / servidor à disposição e tenha de arcar com toda sua manutenção. As empresas mais novas possuem protocolos de comunicação wireless, que é uma tecnologia muito mais presente em nosso dia a dia, WiFi, 3G, etc. Muitas também conseguem oferecer seus serviços baseados na nuvem, ampliando assim a qualidade e velocidade de seus serviços. Além é claro da praticidade e acesso à diversas outras ferramentas inerentes dessa mudança (potencial para processamento de volumes muito maiores de dados e informações).

Outro aspecto que tem mudado rapidamente é o resultado final de serviço de monitoramento de energia. Antigamente, as empresas compravam equipamentos de medição e tudo que tinham no final do mês eram dados. E sobrava sempre a pergunta: O que eu faço com esse monte de dados? Como eu transformo isso em algo útil? Esses tipos de questionamentos, muito comuns foram grandes barreiras para que sistemas de monitoramento de energia não se propagassem como deveriam no mercado.

Atualmente, muitas empresas de serviços de monitoramento de energia estão muito mais focadas na entrega de INFORMAÇÕES e não mais dados. Aqui na CUBi por exemplo, sabemos que nossos clientes não tem tempo à perder em planilhas de excel e tentar abrir arquivos com mais de 1 milhão de linhas, por isso focamos sempre em entregar em informações concretas, já preparadas para que o gestor consiga tomar a decisão que precisa.

Na dúvida, é garantia que qualquer sistema de monitoramento existente no mercado é melhor do que nada. Fazer a gestão de energia através de faturas no final do mês está longe de ser adequado e podemos considerar isso como sendo uma excelente maneira de se desperdiçar recursos valiosos da empresa. Seja você uma pessoa física preocupada com sua residência, um comércio pequeno, um varejista de grande porte ou uma indústria multinacional, sem dúvida existe um sistema de monitoramento de energia que pode lhe auxiliar em uma melhor gestão energética.

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